DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR - DTM

 

   A junção temporomandibular é onde a mandíbula se conecta ao osso temporal, imediatamente na frente da orelha em cada lado de nossa cabeça. Um disco pequeno de cartilagem separa os ossos, de modo a facilitar o movimento mastigatório, de fala ou de engolir, que é repetido automaticamente a cada três minutos mais ou menos. É, conseqüentemente, uma das articulações mais usadas do corpo e uma das mais complexas.  

   O principal sintoma é a dor, particularmente nos músculos mastigatórios, no maxilar e nos dentes.

   Outros sintomas: dor de cabeça, dor de ouvido, dor irradiada para face e  têmporas, pescoço ou ombros, estalos dolorosos na junção do maxilar ao abrir ou ao fechar a boca, limitação de movimento ou travamento da mandíbula, dificuldade de abrir totalmente a boca, tontura e problemas de audição.

   A dor pode ser aguda, ocorrendo cada vez que você engole, boceja, fala, ou mastiga; ou pode ser maçante e constante. 

   Na maioria dos pacientes a causa da dor é o resultado do deslocamento do disco do cartilagem que causa a pressão e estiramento dos nervos sensoriais associados. Pode ser causado por traumas na mandíbula ou na junção temporomandibular, artrite, má oclusão, estresse mental ou físico e bruxismo.

   Bruxismo é o hábito involuntário de ranger os dentes, promovendo o desgaste dos dentes. Normalmente ocorre à noite e pode ser observado em todas as faixas etárias e em ambos os sexos.

   Os sintomas podem ser aliviados com alimentação macia, aplicação de calor, cuidado com movimentos extremos do maxilar (bocejo, chiclete, etc.), relaxamento para redução do estresse, exercícios de esticar e relaxar o músculo, placa oral de repouso ou mordida, relaxante muscular e antiinflamatório. Cirurgias ou injeções locais são indicados em casos extremos.

   Terapias alternativas como o biofeedback, ajudam a reduzir movimentos repetitivos através do treinamento de correção de postura.

   Cerca de 70% das mulheres apresentam algum grau de DTM.

 

 

FIBROMILAGIA E DTM

 

   Aproximadamente 90% dos portadores de SFM apresentam DTM.

   Os efeitos da DTM agravam a dor e afetam negativamente os pacientes com SFM.

 

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